Deferido pela AIMA, ainda sem cartão — um caso de reagrupamento torna a falha visível
O Público relata o caso de uma família brasileira que esperou anos pelo reagrupamento familiar. A filha de cinco anos, com paralisia cerebral, foi finalmente atendida pela AIMA no início de 2026 — e o cartão de residência nunca chegou. O pai diz que a criança continua em Portugal sem documentação.
Porque importa para a tua mudança
O deferimento não é o fim do processo. A lei fixa 90 dias para a decisão, mas nada para produzir e enviar o cartão — pelo que se pode estar legalmente reconhecido e, na prática, bloqueado. É exatamente a lacuna sobre a qual escrevemos no guia da espera do cartão após o deferimento.
Este é o resumo próprio da Re-locant.com, escrito para explicar o que a atualização significa para quem se muda ou vive em Portugal. Para a notícia original completa, vê a fonte abaixo.