Tribunal deu sete dias à AIMA — depois de dois anos de espera terminarem em deportação
Kauê Matos, 19 anos, esperou dois anos que a AIMA agendasse a entrega do título de residência por reagrupamento familiar. Ao regressar de um Erasmus, ficou quatro dias retido no aeroporto de Lisboa e foi deportado para o Brasil. Um tribunal de Lisboa aceitou depois a ação que intima a AIMA a marcar o atendimento e deu-lhe sete dias. A AIMA respondeu que agirá quando for citada pela Justiça. Na mesma semana, outro caso: uma criança de cinco anos com paralisia cerebral continua sem cartão de residência, apesar de ter sido atendida no início de 2026.
Porque importa para a tua mudança
É isto que custa o silêncio quando ninguém obriga o processo a andar. Mostra também que o meio existe e funciona: um tribunal pode condenar a AIMA a agir — e condenou. Se o seu prazo legal já passou, esse caminho está disponível antes de as coisas chegarem a um aeroporto.
Este é o resumo próprio da Re-locant.com, escrito para explicar o que a atualização significa para quem se muda ou vive em Portugal. Para a notícia original completa, vê a fonte abaixo.